Visiones e Intentos de este proyecto

La visión principal que nos guía es ir creando, explorando, difundiendo empezando desde lo pequeño, lo cercano, lo inmediato, para así ir creciendo en espiral pero siempre de una forma envolvente para que no queden espacios desatentidos en una dimensión demasiado grande para nuestra capacidad de intuír, reflexionar y accionar.

10.3.11

Parra De Madeira (Anredera cordifolia - Boussingaultia basselloides)

NOMBRE CIENTIFICO: 

Anredera cordifolia - Boussingaultia basselloides 


OTROS NOMBRES: 
Anredera, Insulina Vegetal, Bertalha




Anredera cordifolia, es una especie botánica sudamericana de planta ornamental trepadora suculenta, comunmente conocida como Parra de Madeira. Es endémica de Argentina, Bolivia, Brasil, Paraguay. 
La combinación de hojas carnosas y tubérculos aéreos gruesos hacen que sea una muy pesada enredadera. Sube por árboles y otra vegetación, creciendo fácilmente, y puede perfectamente cubrir pérgolas y espaldares. A. cordifolia es una trepadora perennifolia que crece por rizomas carnosos. Hojas brillantes, verdes, cardiales. Posee masas de fragantes flores, cremosas. La planta se expande vía los tubérculos, que se desprenden muy facilmente.
A. cordifolia puede reproducirse a través de la proliferación de tubérculos y también de fragmentos de rizomas, que pueden romperse. Aunque tiene ambas flores macho y hembra, raramente se reproducen sexualmente y producen semilla. Se expande vegetativamente al ser transportada por actividades humanas. Si los fragmentos caen a vías acuáticas, son transportadas a nuevos sitios de esa manera.



USOS

Medicina Popular 

El agua del tubérculo aéreo y partes subterráneas se bebe: antitos, uso externo en casos de oftalmias; para envolver fracturas de huesos: se prepara una masa con tubérculos molidos, fritos en grasa y cubiertos con lana de oveja.





Medicinal
Existiendo en la WEB una amplia y variada información sobre todas las cualidades de esta planta desde el punto de vista medicinal, abarcando tratamientos para la Diabetes hasta problemas gástricos, preferimos poner algunos enlaces a dichas páginas para que el usuario pueda recorrelos a su criterio:



















Culinaria

Tubérculos y hojas hervidas comestibles (sabor de espinaca). 
Muchas son las aplicaciones en el campo de la gastronomía que nos brinda la Anredera cordifolia. A modo de ejemplo transcribimos parte de un artículo de origen brasileño de los muchos que se pueden encontrar en la WEB:

Dados parciais de Anredera cordifolia mostram a grande quantidade de fitomassa foliar
produzida. Suas folhas podem ser consumidas em saladas cruas ou cozidas,
refogadas, ensopadas, em bolos e suflês. Os bulbilhos aéreos e rizomas são mucilaginosos
similares ao quiabo (Abelmoschus esculentus) e podem ser comidos cozidos como batatainglesa
(Solanum tuberosum). A produção excessiva de mucilagem ("baba"), pouco aceita
por grande parte dos consumidores, sobretudo, no Rio Grande do Sul, onde nem mesmo o
tradicional quiabo é muito difundido, pode ser amenizada pelo acréscimo de algumas gotas
de vinagre ou limão durante o preparo.
A partir da comparação com outra espécie próxima da mesma família acredita-se ser
Anredera cordifolia uma espécie de bom valor nutricional. Tomando-se como parâmetro o
teor médio de ácido ascórbico, segundo Franco (2004) para a bertalha convencional -
Basella alba L. (= B. rubra L.): 58 mg em 100g de folhas cozidas e 41,9 mg na água de
cozimento), além de outras vitaminas e fibras alimentares.
Além do aumento da diversidade alimentar e da renda proveniente da venda desta hortaliça,
outros benefícios serão notáveis: maximização da produção com o aproveitamento de
cercas e árvores mortas para cultivo; economia de tempo e recursos com mão-de-obra para
tentar eliminar mecanicamente a "praga" e, sobretudo, ganhos ambientais com a eliminação
do uso excessivo de herbicidas para tentar controlar esta vigorosa planta infestante.
Acredita-se que a A. cordifolia apresenta grande potencial para cultivo e comercialização
imediatos, pois é bastante similar à algumas espécies já utilizadas, como a bertalha (Basella
alba) e com o espinafre-da-nova-zelândia (Tetragonia tetragonioides - Aizoaceae) e com a
vantagem de sua rusticidade e das baixas exigências de manejo e, provavelmente,
vantagens nutricionais.
O mais
difundido no Brasil é bertalha. Colonos de origem alemã em Pirapó, RS chamam de speck
blatter (significando folha-gorda, folha-toucinho). Mas, também constam na literatura
consultada caruru-de-seda (RS), caruru-baiano (RS), cipo-manteiga (Lontras/SC), carurudo-
reino (MG) e na Argentina é conhecida por papilla e zarza e no Peru por olloquitos (Pio
Corrêa, 1926; Reitz, 1968; Zurlo & Brandão, 1990); em inglês por madeira-vine (Cronquist,
1981; Facciola, 1998). São citados ainda cipó-babão, folha-santa e trepadeira-mimosa
(Lorenzi, 2000). O nome folha-santa, provavelmente, deve-se ao uso medicinal popular para
tratar feridas cutâneas em forma de emplastro como o feito pelos colonos alemães de
Pirapó, RS e outras comunidades rurais do Rio Grande do Sul.

Fuente:

1 comentario:

Anónimo dijo...

Estupendas fichas, claras, prácticas y divulgativas.

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